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ISRC reformulado

Direcionamento do fluxo público de ISRC/ECAD no portal do CCB, organizado para clareza de jornada, redução de fricção e aumento de conclusão nas trilhas de geração e certificado.

1. Diagnóstico

Papel do ISRC no portal

O ISRC é uma jornada de serviço autoral com alto valor percebido para o público do CCB. A experiência atual precisa atender, no mesmo ponto de entrada, intenções diferentes: gerar novo ISRC, consultar certificados já emitidos e concluir pagamentos vinculados ao pedido.

Na prática, essa combinação torna o ISRC uma trilha de decisão e de execução ao mesmo tempo. O usuário chega com objetivo direto, mas encontra, além da ação principal, uma camada editorial extensa e múltiplos caminhos concorrentes na mesma tela.

Diagnóstico da entrada compartilhada (Gerar ISRC / Certificado)

A etapa de entrada por CPF cumpre o papel de porta única para as duas trilhas, mas concentra muitos elementos no mesmo contexto:

  1. Campo CPF e dois CTAs primários (GERAR ISRC e CERTIFICADO).
  2. Nota operacional sobre processamento ABRAMUS/ECAD.
  3. Links de apoio (Taxa de emissão e Mod Certificado).
  4. Vídeo e blocos longos de orientação.

Essa composição sustenta confiança e repertório informativo, mas reduz objetividade para quem já chegou decidido. O usuário precisa separar, por conta própria, o que é ação imediata e o que é conteúdo de apoio.

Diagnóstico da trilha de geração de ISRC

A trilha de geração está organizada em quatro momentos funcionais:

  1. Entrada por CPF.
  2. Preenchimento de dados pessoais e músicas.
  3. Autores/compositores e cantores/intérpretes por música.
  4. Pagamento unificado.

Os pontos críticos observados no fluxo atual:

  1. Formulário extenso já na segunda etapa, com muitas decisões no mesmo bloco.
  2. Crescimento rápido de complexidade quando há 4 músicas e múltiplos autores/intérpretes.
  3. Dependência de leitura longa para entender preço, termos e regras.
  4. Distância entre a decisão de gerar ISRC e a percepção do fechamento do processo.

Diagnóstico da trilha de certificado ISRC

A trilha de certificado segue a sequência:

  1. Entrada por CPF com botão CERTIFICADO.
  2. Listagem de certificados por CPF.
  3. Emissão/visualização do certificado com ação de impressão.

Os pontos críticos observados:

  1. A listagem depende de um estado claro de retorno por CPF, mas a variante “sem certificados” reduz orientação de próximo passo.
  2. O status Pronto funciona como CTA funcional, porém sem reforço explícito de contexto para usuários menos familiarizados.
  3. A emissão no mobile aparece em escala reduzida, mantendo funcionalidade, mas com menor legibilidade imediata do conteúdo.

Diagnóstico de consistência e confiança

O fluxo traz elementos fortes de confiança (modal de taxas, modelo de certificado, selo de segurança no pagamento), mas ainda existem sinais de inconsistência entre estados capturados, principalmente na apresentação de valores em telas distintas da jornada. Isso aumenta dúvida em um ponto sensível de conversão: cobrança.

2. Oportunidades de Melhoria

  1. Separar com mais nitidez, já na entrada, os dois objetivos centrais: Gerar ISRC e Consultar Certificado.
  2. Manter o conteúdo educativo como apoio progressivo, sem competir com o início da ação principal.
  3. Reforçar orientação de progresso na trilha de geração, especialmente nas etapas com expansão dinâmica de campos.
  4. Tornar mais evidente a relação entre quantidade de músicas, composição de autores/intérpretes e valor final.
  5. Padronizar comunicação de preço e condições entre estados de taxa e pagamento.
  6. Fortalecer estados de retorno na trilha de certificado, principalmente quando não há resultados para o CPF consultado.
  7. Melhorar legibilidade mobile nas etapas de maior densidade informacional e nos estados finais de certificado.

3. Proposta de Redesign

Arquitetura recomendada da jornada

A direção recomendada mantém uma porta única por CPF e organiza o fluxo em duas trilhas explícitas:

  1. Trilha A: Gerar ISRC.
  2. Trilha B: Certificado ISRC.

Entrada única (CPF)

Elementos fixos recomendados:

  1. Título objetivo da etapa.
  2. Campo CPF com validação clara.
  3. Dois CTAs principais com peso visual equilibrado:
  4. Gerar ISRC
  5. Consultar certificado
  6. Apoio contextual em camada secundária:
  7. taxa
  8. modelo do certificado
  9. conteúdo educativo

Trilha A: Gerar ISRC

Etapa 1 — Entrada e decisão

  1. CPF como chave única.
  2. Direcionamento para geração nova.
  3. Apoios de taxa e modelo sem bloquear ação.

Etapa 2 — Dados e músicas

  1. Bloco Dados pessoais com preenchimento orientado.
  2. Bloco Músicas com seletor de quantidade.
  3. Expansão progressiva para até 4 músicas.
  4. Aceite de termos com leitura clara e ação Entendi!.
  5. Continuidade explícita para etapa de autores/intérpretes.

Etapa 3 — Autores e intérpretes

  1. Um card por música cadastrada.
  2. Dentro de cada card:
  3. AUTORES
  4. CANTORES/INTÉRPRETES
  5. Expansão de quantidade até 4 em cada grupo.
  6. Campo CPF de cada pessoa com orientação de formato.
  7. Ação final Enviar vinculada ao fechamento do cadastro autoral da etapa.

Etapa 4 — Pagamento unificado

  1. Resumo de compra no topo (produto, data e valor).
  2. Métodos em cards comparáveis:
  3. Pix/Depósito
  4. Boleto Bancário
  5. Cartão de Crédito
  6. PayPal
  7. Mensagem de segurança com papel de reforço de confiança.
  8. CTA específico por método e sem ambiguidade de próximo passo.

Trilha B: Certificado ISRC

Etapa 1 — Entrada por CPF

  1. Mesmo ponto inicial da jornada.
  2. Ação principal CERTIFICADO leva para listagem.

Etapa 2 — Listagem de certificados

  1. Desktop em formato tabular com campos-chave:
  2. pedido
  3. data
  4. título
  5. ritmo
  6. status de certificado
  7. taxas
  8. entidade
  9. Mobile em bloco vertical por certificado, preservando os mesmos dados.
  10. Status Pronto como ação direta para emissão.
  11. Estado sem resultados com instrução objetiva de continuidade.

Etapa 3 — Emissão do certificado

  1. Certificado em destaque central.
  2. Ação principal Imprimir ISRC.
  3. Preservação da legibilidade e da autoridade visual do documento em desktop e mobile.

Direção de responsividade

  1. Mobile-first para leitura de formulário e progressão de etapas.
  2. Blocos densos devem priorizar rolagem orientada por seção.
  3. Campos dinâmicos devem manter padrão de agrupamento por música.
  4. No certificado mobile, a área do documento deve priorizar legibilidade da ação principal de impressão.

4. Recomendações de Conversão

  1. Garantir um foco de decisão por etapa, sem concorrência entre informação editorial e ação principal.
  2. Usar CTAs explícitos para cada objetivo:
  3. Gerar ISRC
  4. Consultar certificado
  5. Continuar
  6. Pagar com ...
  7. Imprimir ISRC
  8. Manter resumo de contexto (produto/valor/status) sempre visível em momentos de confirmação e pagamento.
  9. Tratar estados vazios como orientação de continuidade, não como fim silencioso da jornada.
  10. Harmonizar linguagem de preço e condições para reduzir desconfiança na etapa de cobrança.
  11. Preservar e posicionar elementos de confiança (modelo, taxas, segurança) como apoio à decisão, sem sobrecarga inicial.
  12. Reduzir esforço cognitivo nas etapas com múltiplas músicas e múltiplos participantes, com estrutura modular por card.

Texto Narrativo e Explicativo

O ISRC no portal do CCB deve ser apresentado como serviço autoral de execução direta, com entrada única por CPF e decisão imediata de intenção. Logo na chegada, o usuário precisa distinguir com clareza se quer gerar novo ISRC ou consultar certificado, sem competir com excesso de conteúdo editorial no mesmo nível de prioridade.

Na porta de entrada, os dois CTAs principais devem funcionar como escolhas equivalentes de direção. A leitura de apoio, incluindo taxa, modelo de certificado e conteúdo educativo, deve permanecer acessível como camada de confiança, sem bloquear o início da ação principal.

Na trilha de geração, o percurso precisa manter sequência objetiva entre dados e músicas, autores/intérpretes e pagamento unificado. A etapa de dados deve organizar preenchimento sem sobrecarga inicial. A etapa de autores e intérpretes deve preservar estrutura por música para reduzir confusão quando houver múltiplas faixas e expansão de participantes.

A progressão precisa ficar visível durante todo o processo, especialmente nos pontos de maior densidade informacional. O usuário deve entender o que já concluiu, o que falta e qual é a consequência do próximo avanço. Essa leitura é essencial para reduzir abandono em cenários com quatro músicas e cadastros extensos.

Na trilha de certificado, a consulta por CPF deve conduzir rapidamente da listagem para emissão. Quando houver resultado pronto, a ação de imprimir precisa ser direta e inequívoca. Quando não houver resultado, o estado vazio deve orientar continuidade em vez de encerrar a experiência sem direção.

Os estados de cobrança precisam ser consistentes com a comunicação de preço ao longo da jornada. Quando a solicitação estiver confirmada e depender de quitação, o pagamento deve aparecer como continuidade natural do processo. Quando a quitação for concluída, a liberação para emissão deve ser evidente, sem contradição entre telas.

No pagamento unificado, o resumo de compra deve manter contexto de produto, data e valor antes da escolha do método. Pix/depósito, boleto, cartão e PayPal precisam aparecer como opções comparáveis, com ação específica por método e mensagem de segurança em papel de reforço, não de distração.

No mobile, a experiência deve manter a mesma arquitetura funcional com leitura mais compacta, agrupamento por seção e foco contínuo na ação principal. A revisão por música, a continuidade para pagamento e a emissão de certificado devem permanecer legíveis mesmo em etapas densas.

Com essa organização, o ISRC preserva confiança e profundidade informacional, mas ganha ritmo de decisão, clareza de progressão e maior previsibilidade de conclusão nas trilhas de geração e certificado.

Referências cruzadas

  1. Fluxo atual do serviço em Aplicação > Módulos e Serviços > Serviços Autorais e Produção > ISRC.
  2. Entrada pública na home em Interface e Navegação > Home e Portas de Entrada.
  3. Acesso pelo cabeçalho em Interface e Navegação > Header, Menu e Login.
  4. Campos e validações fora do núcleo em Interface e Navegação > Campos e Validações Fora do Núcleo.
  5. Cobrança na jornada em Interface e Navegação > Pagamentos.
  6. Direcionamento da home em Home Reformulada.